sábado, 3 de setembro de 2011

A vida como uma estrada


Vamos, por breves instantes, comparar a nossa vida com uma estrada. Vamos supor que necessitamos chegar a um determinado ponto longínquo e desconhecido para nós. Certamente, a primeira coisa que faremos será pegar num mapa, assinalar a nossa meta e traçar as estradas que nos conduzem do ponto onde estamos a esse determinado ponto que pretendemos alcançar. Outros detalhes poderão ser igualmente importantes, tal como determinar o tempo que levaremos a lá chegar, as etapas da viagem, os recursos necessários, etc.

De igual forma, na nossa vida, depois de identificadas as nossas metas, necessitamos de elaborar um plano detalhado quanto aos seguintes aspectos:

  • Que acções são necessárias para atingir os meus objectivos?
  • Em quantas etapas posso dividir o percurso?
  • Qual o prazo de tempo requerido para cada uma das etapas e acções?
  • São necessárias competências, recursos específicos ou ajudas externas?
Quando empreendemos uma viagem, mesmo na posse de um mapa, é possível que nos enganemos no caminho. Isso não será razão para desistirmos da viagem. Iremos certamente encontrar novos trajectos e reformular direcções.

De igual forma, na nossa vida, é possível que cheguemos à conclusão que nos enganámos em determinado ponto. É importante a tomada de consciência desse erro, para que possamos preparar novas abordagens. Parar não é uma opção. A única opção será encontrar novas maneiras para superar os obstáculos e chegar à etapa seguinte. Desde que mantenhamos o foco na nossa meta, conseguiremos sempre encontrar novos caminhos.

Quando viajamos, por vezes, somos tentados a desviar-nos da estrada principal. Por mais receio que tenhamos de nos aventurar no desconhecido, sabemos que os caminhos menos viajados costumam oferecer a recompensa das paisagens mais deslumbrantes.

Assim é também na vida. Por vezes, é necessário arriscarmos e fazermos pequenos desvios aos planos traçados. De outra forma, perderemos o encanto e prazer facultados por oportunidades esporádicas que a vida tem para nos oferecer. Assim, o poder de adaptação e a flexibilidade são capacidades que precisamos desenvolver.

Sempre que chegue a uma encruzilhada, decida confiar na sua intuição para o orientar. Seja espontâneo e permita-se entrar em contacto com o seu interior. Espontaneidade dá-lhe liberdade e a possibilidade de obter sucesso em novos empreendimentos.

Algumas perguntas de auto-reflexão pertinentes:

  • Estou focalizado nas minhas metas?
  • Como poderei tornar-me mais flexível e aberto à mudança?
  • Que alterações posso fazer para garantir que desfruto tanto o destino final como a viagem em si?
  • Tenho por costume confiar na minha intuição? O que faço para a desenvolver?
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