sábado, 30 de outubro de 2010

A vida como uma viagem


Partindo da metáfora que a vida é uma viagem, imagine que ruma em determinada direcção e de repente se apercebe que vem tomando um caminho errado. É certo que a primeira coisa que vai fazer é lamentar-se do tempo que perdeu enquanto percorria esse caminho. Contudo, não valerá a pena ficar a chorar pelo leite derramado, se o fizer estará ainda a perder mais tempo. O facto é que quer chegar a determinada meta e se apercebeu que enquanto se mantiver no caminho que vem percorrendo nunca lá chegará. O lado positivo da questão é que pelo menos agora tem essa consciência enquanto anteriormente se encontrava equivocado.


Podemos sempre encontrar uma nova direcção. A qualquer altura podemos pegar num mapa que nos indique novos rumos. Parar não é uma opção. Desde que mantenhamos o foco na nossa meta, conseguimos sempre esboçar um novo caminho. E existem sempre inúmeros caminhos, nunca estamos limitados a apenas uma opção.


Uma atitude positiva ajuda-nos a avançar e, mesmo quando não temos a certeza de onde estamos, isso não significa que estejamos perdidos. Só estamos perdidos quando não sabemos para onde nos dirigimos, quando não temos sonhos nem objectivos para seguir. Se não temos uma meta definida, como poderemos traçar caminhos para seguir?


Por outro lado, poderá haver alturas, quando não sabemos que direcção tomar em concreto, em que seja benéfico arriscar trajectos diferentes e completamente desconhecidos. O certo é que esses desvios que nos levam a explorar o desconhecido podem ser uma oportunidade para descobrir as coisas belas da vida que de outra forma teríamos perdido. Não se esqueça que a estrada menos frequentada costuma oferecer a recompensa das paisagens mais deslumbrantes.


Se algum dia chegar a uma encruzilhada, seja espontâneo e genuíno. Opte por entrar em contacto com o seu interior e seguir a orientação da intuição. Não tenha receio de se aventurar por trilhos pouco percorridos. Poderemos sempre transformarmo-nos em pioneiros e transmitir à geração vindoura uma rota melhor e mais bem traçada. Só precisamos arranjar coragem para desbravar esse novo percurso.


Obviamente que existe sempre a opção de procurar a ajuda de alguém que já tenha atingido a meta que ambiciona. Aconselhe-se com essa pessoa ou pessoas acerca da melhor direcção a tomar. Se existe um caminho directo e seguro já traçado, por que não permitir-se seguir por esse caminho?


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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Chaves para o sucesso

Partindo do princípio que sabe do que precisa para ser feliz e está disposto a perseguir objectivos bem definidos que o conduzam ao que quer, então é tempo de arregaçar as mangas e pôr-se a caminho.

Muitas pessoas ficam frustradas por pura falta de persistência. Caem na ilusão de pensar que os resultados aparecem de imediato, após uns quantos passos e esforços dirigidos. E com frequência desistem e admitem o fracasso simplesmente porque os progressos não foram tão rápidos como desejavam.

Em vez de uma abordagem conducente à desistência e ao fracasso, tente o seguinte:

  • Faça acções assinaláveis e consistentes a cada dia. Sem esforço continuado não se chega a lado nenhum, por isso ponha-se em acção e comprometa-se a manter-se em acção durante o tempo que for necessário para atingir o que pretende.
  • Atreva-se a sair da sua zona de conforto. Habitue-se tomar pequenos riscos, seguindo a sua intuição. Vá por áreas a que nunca se atreveu, embrenhe-se em novas experiências. Se depois tiver que recuar não é problema de maior. Por vezes temos de recuar dois passos para avançar apenas um. O importante é que vá avançando.
  • Esteja confiante das suas habilidades e espere resultados positivos. Espere sempre o melhor em todas as situações e coloque o coração em tudo o que faz.
  • Seja paciente. Não espere que o sucesso chegue de um dia para o outro. Tudo leva o seu tempo. Quando lança uma semente no solo, não espera que no dia seguinte lá esteja uma árvore frondosa e carregada de frutos, certo? Os resultados dos seus esforços obedecem à mesma lei. Saber esperar é uma virtude.
  • Não se esqueça de apreciar a jornada. Quando não se encontra tão ansioso por ver resultados, simplesmente relaxa e as coisas acabam por acontecer naturalmente. Pode parecer um paradoxo mas uma atitude de descontracção e desapego ajuda a conseguir progressos mais rápidos.

Se tomar estes procedimentos à letra, não tem como não ser bem sucedido. Inevitavelmente passará por períodos de incerteza e desânimo mas, desde que não baixe os braços e ceda à tentação de desistir, mais tarde ou mais cedo começará a receber os louros dos seus esforços.


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domingo, 17 de outubro de 2010

Dance of the Hours - Disney Fantasia

Para uns é hilariante, para outros é comovente, para outros ainda é inspirador. Ou então será uma amálgama de todas estas sensações. O facto é que o mundo Disney continua a mexer connosco e a encantar miúdos e graúdos. Escolhi a Dance of the Hours 3 Hippopotamus. Quem disse que o bailado tem de ser só para seres elegantes? Tenham um óptimo Domingo!

Video retirado do Youtube e postado por ilusiondeayer.


sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Se Acredita, Parece Verdade

"... Quantas vezes já afirmámos “Eu sou assim” ou “É assim que são as coisas”. Essas mesmas palavras estão na realidade a dizer aquilo que acreditamos ser verdade para nós. Normalmente, aquilo que acreditamos não é mais do que a opinião de outra pessoa que integrámos no nosso sistema de crenças. Sem dúvida que encaixa na perfeição com todas as outras coisas em que acreditamos.

Você é daquelas pessoas que se levantam de manhã e que ao ver que está a chover exclama: “Oh, mas que dia miserável!”?

Não é um dia miserável. É apenas um dia molhado. Se vestirmos a roupa adequada e mudarmos de atitude, podemos divertir-nos muito. Se a nossa crença for realmente de que dias de chuva são dias miseráveis, acolheremos sempre a chuva com um coração pesaroso. Combateremos o dia em lugar de nos deixarmos fluir com aquilo que estiver a acontecer no momento.

Se quisermos ter uma vida cheia de alegria, temos de ter pensamentos alegres. Se quisermos uma vida próspera, temos de ter pensamentos de prosperidade. Se quisermos uma vida plena de amor, temos de ter pensamentos de amor. Aquilo que emitimos mental ou verbalmente regressa a nós da mesma forma..."

Hay, Louise, in Pode curar a sua vida

sábado, 2 de outubro de 2010

Em busca da Felicidade


É universal o desejo de felicidade. De facto, penso que não haverá ninguém ao cima da terra que não deseje ser feliz. O que nos diferencia é o conceito de felicidade em si. Ou seja, o que para uns representa a felicidade, para outros pode não representar de todo. A felicidade pode estar associada ao que se faz com o tempo que dispomos, ao que possuímos materialmente e também ao que somos na nossa essência.

Infelizmente, a felicidade não se aprende na escola. Lá, são-nos facultadas ferramentas para nos orientarmos na vida, para sermos alguém, como se costuma dizer. Somos encaminhados para uma profissão e para sermos bem sucedidos ao desempenhar as funções requeridas. Apesar da utilidade inquestionável do ensino tradicional, o facto é que não nos ensina a ser felizes. Quantas pessoas não vão todos os dias para o seu local de trabalho simplesmente porque precisam ganhar a subsistência? Quantas pessoas não decidiram enveredar por determinado curso ou profissão simplesmente porque os professores, os parentes ou os amigos lhes garantiram que teriam saídas profissionais? Quantas pessoas não colocaram os seus sonhos e talentos de lado porque lhes foi dito que seguir esses sonhos não levava a lado nenhum? Onde ficou esquecida a felicidade e realização?

Não há nada de errado em desejar ser feliz. Procurar a felicidade não é um acto egocêntrico que possa merecer repreensão. É um acto normal e perfeitamente legítimo. O erro reside somente se colocarmos a responsabilidade pela nossa felicidade nas mãos de outrem. Muitas pessoas partem da premissa errada que os outros (os conjugues ou os pais, por exemplo) deveriam fazê-los felizes. Devo dizer-lhe que a sua felicidade é unicamente problema seu e de mais ninguém. Ninguém é responsável pela sua visão do mundo nem pelas suas escolhas de vida. Não vale a pena argumentar que se está a sacrificar pelos seus pais ou pelos seus filhos, ou por quem quer que seja. Em última análise, partindo do princípio que é adulto e se encontra na posse de todas as suas faculdades, as escolhas são sempre suas.

Por outro lado e ao contrário daquilo que a publicidade nos quer fazer acreditar, a felicidade não se compra. O último modelo de automóvel a ser comercializado não garantirá a nossa felicidade. Os telemóveis de última geração, os cosméticos de marca, a roupa cara, o gel de banho de aroma tropical, e todos os artigos que possam engenhosamente publicitar em campanhas televisivas, por si só não garantirão a nossa felicidade. A felicidade não nasce no exterior, das circunstâncias que nos rodeiam, por mais que nos possa parecer que assim seja. A felicidade vem sempre do nosso interior, da nossa capacidade de apreender o mundo e da atitude que assumimos perante o que nos rodeia. Não raro, as pessoas mais felizes são aquelas mais simples e depreendidas.

Qualquer que seja o seu conceito de felicidade, poderá caminhar na sua direcção se atender aos seguintes pontos:

  • É importante cultivar uma visão optimista e assertiva. Lembre-se que falar ou manter-se concentrado em coisas infelizes o fazem afastar-se da felicidade em si. Assim, o inteligente, será abrir espaço para pensamentos de alegria e felicidade.
  • A felicidade aumenta com a partilha, por isso esbanje boa disposição. Ofereça sorrisos e palavras de gentileza aos outros. Partilhe bom humor e cordialidade. Seja portador de alegria e esperança, onde quer que se encontre. Rapidamente estará a receber dos outros o mesmo tratamento. Será meio caminho andado para se poder declarar genuinamente uma pessoa feliz. 
  • Faça por alimentar uma atitude de apreciação e gratidão por tudo o que existe de bom na sua vida. Muitas pessoas não conseguem valorizar as coisas positivas que fazem parte da sua vida. Não é por acaso que uma viagem aos países mais pobres e desfavorecidos, possa funcionar para muitos como uma lição de vida capaz de transformar toda a sua visão do mundo. Temos tanto para valorizar e estar gratos. É só necessário que nos concentremos na positividade, ao invés de nas coisas negativas que nos rodeiam.
  • Nos momentos mais difíceis, faça por se concentrar nas memórias dos bons momentos vividos. Não se trata de viver de ilusões, simplesmente de procurar reservas que permitam caminhar na direcção de novos momentos bons que acabarão por surgir. É preciso atravessar as tempestades da vida, vencer os obstáculos. Nesse contexto, as memórias de felicidade funcionarão como um bálsamo e incentivo para prosseguir caminho.
  • Por último mas talvez o mais importante: Descubra o que o faz feliz. Siga os seus sonhos e lute por os alcançar. Acredite na sua realização, mesmo que toda a gente à sua volta diga o contrário. Trata-se dos seus sonhos, não dos sonhos dos outros, por isso acredite mais em si. Focalize-se sempre em acções que o conduzam a esses sonhos. Passos pequenos, dirigidos ao longo do tempo, levam-no a percorrer distâncias longínquas. Lembre-se que a felicidade se conquista, não é um dado adquirido. Exige muito esforço e trabalho mas oferece recompensas incalculáveis.

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