sábado, 27 de fevereiro de 2010

Atrair Prosperidade e Abundância


A maioria das pessoas tem por hábito não prestar atenção ao seu padrão de pensamento. Isso é mau, na medida em que dessa forma acabam por alimentar grandes lutas e dificuldades para si próprios. Criar uma mente focalizada para a prosperidade e abundância pode, no entanto, ser relativamente fácil. Basta ter algum conhecimento e muita determinação.

Por exemplo, focalizar-se em obter prosperidade e riquezas a qualquer custo acaba por se revelar um grande erro. Vou explicar porquê. Ao agir dessa forma, estará na verdade a alimentar a crença que não possui de todo prosperidade, o que significa que tem um padrão de pensamento de pobreza e carência. Está erradamente a focalizar-se naquilo que está em falta, nas coisas que não pode comprar. Pior do que isso será ainda sentir ressentimento e inveja das pessoas que são prósperas e bem sucedidas.

Será que acabei de descrever muito sumariamente a sua atitude geral? Não desanime pois, na realidade, isto é muito frequente e faz parte da nossa educação e contexto social. A boa notícia é que nem tudo é irreversível. Neste caso em concreto, poderá alterar o seu padrão de pensamento a partir deste preciso momento.

Tudo o que precisa é de uma forte determinação para começar a pensar de uma forma diferente. Precisa também da coragem suficiente para tomar acções de acordo com essa nova forma de pensar. Não necessita aventurar-se em grandes empreendimentos de um só fôlego. Passo a passo se faz uma grande caminhada, só é necessário que esteja na direcção correcta.

O primeiro passo para construir esse padrão de pensamento passa pela expansão da sua consciência de riqueza e prosperidade. Neste momento, pode ser que tenha o hábito de ver o lado negro de todas as situações. Talvez esteja constantemente preocupado com o dinheiro que é pouco ou com as contas que estão por pagar e as dívidas que se acumulam. Para que possa alterar esta percepção, estabeleça a rotina de ver toda a abundância que o cerca:
  • Esteja grato por todas as coisas que possui. Pode não ter tudo o que desejaria, em termos de posses materiais, mas certamente tem o principal, caso contrário não estaria agora a ler este texto.
  • Sinta-se optimista e confiante que receberá mais dinheiro dentro em breve.
  • Acredite que pode melhorar a sua vida e fazer mais dinheiro.

É igualmente importante para a sua percepção de prosperidade que esteja em alinhamento com aquilo que pretende. Não pode ter uma opinião negativa das pessoas ricas e depois esperar ficar rico. Simplesmente isso não acontecerá porque estará a impedir que a riqueza chegue até si de cada vez que fala ou pensa negativamente acerca da riqueza ou das pessoas prósperas.

Em vez disso, comece a prestar atenção às pessoas bem sucedidas que são merecedoras de admiração. Isto exclui obviamente todos aqueles que conseguiram acumular dinheiro através de vigarices, corrupção, vícios ou exploração do seu semelhante. Leia por exemplo acerca de grandes filantropos ou celebridades que fazem trabalhos grandiosos e obras de caridade com o seu dinheiro. Procure histórias de sucesso de pessoas que começaram praticamente sem nada e se tornaram milionárias. Aqueles que com o seu esforço e trabalho contribuíram para a evolução, progresso e bem-estar da humanidade.

Quanto mais repetir estes procedimentos, mais alterará a sua percepção acerca do significado de prosperidade e começará a criar mais expressões tangíveis da riqueza para a sua vida.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O Arco, a Flecha e o Alvo


O ARCO
O arco é a vida: dele vem toda a energia.
A flecha irá partir um dia.
O alvo está longe.
Mas o arco permanecerá sempre com você, e é preciso saber cuidá-lo.
Precisa de períodos de inacção – um arco que sempre está armado, em estado de tensão, perde a sua potência. Portanto, deixe-o repousar, recuperar a sua firmeza: assim, quando você esticar a corda, ele estará contente e com sua força intacta.
O arco não tem consciência: ele é um prolongamento da mão e do desejo do arqueiro. Serve para matar ou para meditar. Portanto, seja sempre claro em suas intenções.
Um arco tem flexibilidade, mas também tem um limite. Um esforço além da sua capacidade irá quebrá-lo, ou deixar exausta a mão que o segura. Portanto, procure estar em harmonia com o seu instrumento e não exigir mais do que ele lhe pode dar.
Um arco está repousando ou estendido na mão do arqueiro mas a mão é apenas o lugar onde todos os músculos do corpo, todas as intenções daquele que atira, todo o esforço para o tiro está concentrado. Portanto, para manter com elegância o arco aberto, faça com que cada parte dê apenas o necessário, e não disperse as suas energias. Assim, você poderá disparar muitas flechas sem se cansar.
Para entender o seu arco, ele precisa passar a fazer parte do seu braço, e ser uma extensão do seu pensamento.

A FLECHA
A flecha é o intento.
É o que une a força do arco com o centro do alvo.
O intento tem que ser cristalino, recto, bem equilibrado.
Uma vez que ela parte, não voltará, então é melhor interromper um tiro – porque os movimentos que o levaram até ele não estavam precisos e correctos – do que agir de qualquer maneira, só porque o arco já estava retesado e o alvo estava esperando.
Mas jamais deixe de soltar a flecha se a única coisa que o paralisa é o medo de errar. Se fizer os movimentos correctos, abra sua mão e solte a corda. Mesmo que ela não atinja o alvo, você saberá corrigir sua pontaria da próxima vez.
Se não arriscar, jamais saberá quais as mudanças que eram necessárias.
Cada flecha deixa em seu coração uma lembrança – e é a soma destas lembranças que o fará disparar cada vez melhor.

O ALVO
O alvo é o objectivo a ser alcançado.
Foi escolhido pelo arqueiro, mas está distante, e não podemos jamais culpá-lo quando não é atingido. Nisso reside a beleza do caminho do arco: você não pode jamais desculpar-se, dizendo que o adversário era mais forte.
Foi você que escolheu o seu alvo, e é responsável por ele.
O alvo pode ser maior, menor, estar a direita ou a esquerda, mas você tem que colocar-se sempre diante dele, respeitá-lo, e fazer com que ele se aproxime mentalmente.
Só quando ele estiver na ponta de sua flecha, é que você deve soltar a corda.
Se você olhar o alvo como inimigo, poderá até mesmo acertar o seu tiro, mas não conseguirá melhorar nada em você mesmo. Passará sua vida tentando colocar apenas uma flecha no centro de uma coisa de papel ou madeira, o que é absolutamente inútil. E quando estiver com outras pessoas, viverá reclamando que não faz nada de interessante.
Por isso, você precisa escolher o seu alvo, dar o melhor de si para atingi-lo, e sempre olhá-lo com respeito e dignidade: precisa saber o que ele significa e quanto custou do seu esforço, do seu treinamento, da sua intuição.
Ao olhar o alvo, não se concentre apenas nele, mas em tudo que acontece ao seu redor: porque a flecha, ao ser disparada, irá encontrar-se com factores que você não conta, como o vento, o peso, a distancia.
Você tem que entender o alvo. Precisa perguntar constantemente: “se eu sou o alvo, onde estou? Como gostaria de ser atingido, de modo a dar ao arqueiro a honra que ele merece?”
Porque um alvo só existe na medida em que o arqueiro existe. O que justifica a sua existência é o desejo do arqueiro em atingi-lo - ou ele seria uma coisa morta, um pedaço de papel ou madeira, em que ninguém prestaria atenção.
Assim, da mesma maneira que a flecha busca o alvo, o alvo também busca a flecha, porque é ela que dá sentido à sua existência: já não é mais o papel, mas o centro do mundo de um arqueiro.
In “O caminho do arco”, Paulo Coelho.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Força de impulsão ou a arte de colocar os seus sonhos em movimento


Pode nunca ter pensado nisso mas a parte mais difícil de todo o processo de realização de objectivos é mesmo o início da acção em si. É muito fácil sonhar, idealizar e mesmo planear os passos necessários à concretização do objectivo em si. Infelizmente, muitas pessoas ficam tempos infinitos nesta fase, evitando tomadas de acção. Pode parecer que, pelo facto de estar a fazer planos, está a avançar para a concretização dos seus objectivos mas isso não é verdade. Nunca alcançará os seus sonhos se não arregaçar as mangas e tratar de agir. É tão simples como isso. Para ter resultados, tem de sair da sua zona de conforto e tomar acções efectivas.


Quando finalmente se consegue reunir a motivação necessária e se passa à fase seguinte, muitas vezes chega-se à conclusão que é um pouco mais difícil do que parecia à primeira vista. É como se estivesse a tentar subir ladeira acima em grande corrida. Vai tropeçando nos obstáculos, enfrentando contratempos e atrasos, lidando com receios e ansiedades, enfim, travando uma luta constante para se manter na rota pretendida


É durante esta fase que a maioria das pessoas desiste. Por este ou por aquele motivo, decidem que aquela não é a altura indicada. Por isso colocam todos os planos de lado, prometendo a si mesmos tentar de novo mais tarde, numa outra oportunidade mais favorável. Mas a oportunidade favorável muitas vezes nunca aparece. Nesses casos, as pessoas acabam por se resignar a uma vida medíocre e insatisfatória. No seu íntimo, mesmo que nunca o confessem, não acreditam ter as qualidades necessárias para ser bem sucedidas. Consideram que “falharam”, por isso nunca mais vão tentar de novo.


Se alguma vez lhe aconteceu algo como o que acabei de descrever, anime-se pois tenho boas notícias para si. Poderá recuperar os seus sonhos antigos, retirar-lhes toda a poeira e fazer uma nova tentativa. Mas, desta vez, tem de saber alguma coisa acerca de ímpeto inicial ou a chamada força de impulsão.


É que a fase difícil que acabei de descrever costuma acontecer no princípio das tomadas de acção, quando ainda não se ganhou o ímpeto inicial. Muitas pessoas desistem durante esta fase porque pensam que o processo vai ser sempre assim tão difícil. Não percebem que cada esforço que colocam em acção irá impulsionar os esforços seguintes. Cada passo em frente torna o processo mais fácil. Finalmente, colocou-se tanta energia no processo que o ímpeto começa a assumir o controlo. Subitamente, começa a ser notório que não é necessário tanto esforço para continuar a avançar. Um passo puxa o passo seguinte e impulsiona todos os que se seguem. Começa a ser fácil e mesmo divertido alcançar os objectivos a que nos propusemos.


Poderá também passar por esta experiência. Tudo o que necessita fazer é continuar a andar em frente. Continue a trabalhar na direcção dos seus sonhos e nunca desista. O ímpeto inicial acabará por impulsionar energia e mais energia. Esteja disposto a trabalhar mais rápido e arduamente do que nunca. Esteja disposto a correr mais riscos do que até aqui.


Uma das razões pelas quais esse ímpeto inicial pode ser travado, é porque são dados passos experimentais em direcção aos objectivos. As pessoas temem dar todo o seu melhor, por isso retêm muita da energia que poderiam estar a aplicar. Mesmo que não estejam conscientes desse facto, poderão sentir-se mais confortáveis trabalhando a um ritmo mais lento e evitando tomar grandes riscos.


Não há nada de errado com esta aproximação, se simplesmente funcionar consigo. Contudo, se deseja progredir mais rapidamente e atingir com prontidão o impulso que mencionei, considere tomar passos maiores e transmitir toda a sua energia e focalização para que as coisas funcionem. Ao fazê-lo, avançará pelas dificuldades iniciais e, antes de dar por isso, estará a navegar em águas mais serenas, rumo às suas mais altas aspirações.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Para um Relacionamento Harmonioso


Em primeiro lugar, convém entender quais as razões que levam à existência de um relacionamento. Na sua generalidade, os relacionamentos são baseados em necessidades recíprocas. Quanto mais fortes forem essas necessidades, mais intenso será o relacionamento. Quando alguém tem uma necessidade e essa necessidade é suprida pela outra pessoa, existe um relacionamento sólido. Quando essa necessidade não é suprida, então podemos dizer que o relacionamento atravessa dificuldades que se não forem corrigidas no devido tempo podem dar origem a ruptura.

Todos temos necessidades, o problema é que a maioria das pessoas nem sequer sabe quais são as suas próprias necessidades, quanto mais as do parceiro. A melhor e talvez única maneira de descobrir quais são as necessidades do outro e de transmitir as nossas é através da comunicação. Infelizmente, hoje em dia, com a agitação e falta de tempo existente na sociedade em que nos inserimos, comunica-se muito pouco e nem sempre da maneira mais eficaz.

 
É muito frequente num casamento ou vida em comum o seguinte padrão: um deles quer alguma coisa do outro que este não lhe dá. Como resultado de não obter o que quer, fica zangado. O parceiro percebe que este está zangado mas não consegue descortinar as razões que o assistem. «Porque estás zangado?», pergunta. O outro não responde e ainda fica mais zangado porque acha que o parceiro deveria saber. Existe a ideia que para haver um bom relacionamento tem de existir transmissão de pensamento. Ou seja, o outro deveria adivinhar quais as necessidades que não estão a ser preenchidas.

 
Mas as coisas não funcionam assim. A forma assertiva de lidar com este problema, seria:
  1. Manter uma postura neutra.
    Não lhe serve de nada zangar-se, diria mesmo que só complica a situação em si. A zanga vai fazê-lo sentir-se mal interiormente e ainda vai criar um clima negativo em que praticamente estará a “obrigar” a outra pessoa a fazer aquilo que pretende.
    Relaxe, conte até dez (ou vinte), respire fundo e adopte uma postura neutra.
  2. Exprimir aquilo que o aborrece num tom amigávelSe não transmitir o que se passa consigo, a outra pessoa não compreenderá os seus motivos, a não ser que este tenha capacidades de telepatia. Exprima aquilo que o aborrece, adoptando um tom de voz afável. Será mais provável que a outra pessoa responda positivamente ao seu apelo dessa forma, do que se descontrolar e desatar aos gritos e lamentos.
    A título de exemplo, eis como poderia expressar assertivamente o que sente: “Aborrece-me que te tenhas esquecido de ir às compras, conforme tínhamos combinado”.
  3. Expor o seu pedido
Peça delicadamente à outra pessoa o que pretende que esta faça. Pense e ofereça sugestões para ultrapassar o problema imediato, por exemplo: “Será que consegues remediar a situação indo à loja mais próxima para comprar algumas coisas que nos fazem falta para agora? Amanhã ou depois logo poderás tratar da lista completa de compras que ficam em falta”.

Obviamente no dia-a-dia as coisas são mais difíceis de gerir. O importante é tomar consciência das suas necessidades e também das necessidades do seu parceiro para que o relacionamento seja harmonioso. Lembre-se que está a lidar com alguém diferente de si, que tem as suas próprias expectativas e opiniões. O respeito para com o outro passa por se preocupar pelo seu bem-estar e pelas suas necessidades. Habitue-se a colocar frequentemente as seguintes questões:

  • O que é importante para ele?
  • O que posso fazer por ele para que ele queira fazer isto para mim?
Ao ter essa preocupação, estará a fomentar os alicerces de um relacionamento sólido e harmonioso, capaz de gerar recompensas para ambas as partes.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Como tomar decisões sensatas





Nem sempre é fácil tomar decisões e é natural que se vacile perante as múltiplas escolhas que a vida nos vai colocando, quer se trate de pormenores referentes à carreira profissional, finanças, negócios ou mesmo aos relacionamentos. Como é que podemos saber qual será a melhor escolha perante a especificidade de cada situação? Por vezes a decisão é óbvia mas nem sempre isso acontece. Quando as escolhas se revestem de uma certa complexidade, é preferível ponderar para que mais tarde não surjam arrependimentos. E nem sempre é necessário que se trate de decisões capazes de afectar a vida para sempre; por vezes aquelas decisões que à partida parecem mais simples, podem na verdade vir a causar dissabores.


Fazer a escolha correcta é uma questão de saber pesar as potenciais vantagens e desvantagens que cada solução sempre nos apresenta. Seguem-se alguns passos simples mas eficazes que o poderão ajudar a tomar decisões sensatas em qualquer área da sua vida:


  1. Ponderar os ganhos
    Quando existem dilemas, deverá considerar em primeiro lugar a seguinte questão:
    “O que tenho a ganhar se optar por esta escolha?”.
    Se as recompensas forem boas, poderá ser vantajoso tomar alguns riscos para aproveitar a oportunidade. Por outro lado, se o lucro não for considerável, provavelmente não valerá a pena correr grandes riscos, pelo menos nesse momento e nessa situação específica.

  2. Ponderar as perdas
    A pergunta seguinte deverá ser:
    “O que tenho a perder se optar por esta escolha?”.
    Geralmente, as pessoas não gostam de pensar nos pontos negativos das oportunidades e depois mais tarde admiram-se das consequências. Ao ter um pouco de visão poderá poupar-se no futuro a grandes dores de cabeça. Se houver a possibilidade de perdas consideráveis, será mais sensato aguardar por cenários menos arriscados.

  3. Imaginar o pior cenário possível
    Finalmente, avance mais um passo e pergunte-se:
    “Qual é a pior coisa que poderá acontecer se escolher esta opção?”
    Pode parecer uma questão pessimista mas não o é de todo. Na verdade, a resposta permite-lhe uma clarificação de todo o cenário. Se verificar que não conseguirá arcar com as piores consequências da tomada de decisão, então saberá imediatamente que essa não é a opção correcta para si. Se, pelo contrário, as piores consequências não forem por aí além, saberá então que essa é uma opção viável.

E na eventualidade de todas as opções existentes manifestarem o mesmo potencial de recompensas e prejuízos? Nesse caso, siga o seu próprio instinto. Gaste algum tempo a considerar cada possibilidade e depois escolha aquela que lhe pareça mais conveniente.

Quando chega o momento de tomar uma decisão específica, não existem garantias de qualquer espécie. Tudo o que pode fazer é medir os prós e os contras, saber estar atento à sua própria intuição e depois agir conforme as circunstâncias. No final, lembre-se que as chamadas “más decisões” são relativas. Por pior que as coisas corram, acabará sempre por ganhar experiência. Ao ter isso em consideração, ganhará mais confiança em si próprio, o que o ajudará a tomar melhores decisões no futuro.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

My Boy Hero




Porque hoje é Domingo, nada melhor do que relaxar.

Convido a ouvir uma música belissima de Cecilia, do Album "Violet 19". Trata-se da faixa "My Boy Hero", dando voz a um video com imagens comovedoras da vida de Jesus.


http://www.youtube.com/watch?v=LeUhbLSuxkQ

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Como esperar sempre o melhor


É possível que por vezes lhe aconteça ficar mergulhado numa onda de pessimismo. Nessas ocasiões, a tendência é a de pintar os piores cenários possíveis para o que lhe vai acontecendo. Possivelmente nem se aperceberá que o está a fazer, uma vez que tudo se processa ao nível do subconsciente. Contudo, um dia vai compreender que essa negatividade não só o atrapalha como é até causadora de fracasso e perdas na sua vida. Então, cansado, decide que já basta e que deseja mudar para um nível de pensamentos mais positivos.


Vai verificar que esta não é uma determinação fácil de concretizar, uma vez que os pensamentos negativos tendem a multiplicar-se de uma forma mecânica. Contudo, saiba que não é impossível. Tudo é uma questão de hábitos. Só precisa de paciência e persistência e, sobretudo, de uma forte determinação.


Aqui ficam três passos que poderá seguir para esperar sempre o melhor de todas as circunstâncias:

  1. Desenvolver um nível forte de auto-consciência
    Os pensamentos negativos são formados ao nível do subconsciente. Poderemos dizer que são como um hábito que adquirimos ao longo do tempo. Por determinadas circunstâncias, criámos esse padrão a respeito de pessoas ou circunstâncias. A maior parte das vezes carregamos esse fardo desde a infância, altura em que os nossos progenitores, professores ou encarregados de educação nos transmitiram essa forma de pensar pessimista ou derrotista. Pode também ter ocorrido uma ou outra situação menos feliz que entretanto generalizámos, passando a acreditar que era válida para todas as circunstâncias. O facto é que nos habituámos de tal forma a ter esses pensamentos negativos que nem nos apercebemos do mecanismo existente por detrás da sua criação.

    Uma boa forma de inverter todo esse processo passa por fazer verificações de controlo várias vezes por dia. Em primeiro lugar preste atenção ao que está a sentir. Se sentir que está produtivo e motivado, é provável que esteja a criar pensamentos positivos. Pelo contrário, se verificar que se sente irritado, pessimista e ansioso, muito provavelmente estará a focalizar-se mais em pensamentos negativos. Desenvolva conscientemente a capacidade de reconhecer o que se está a passar na sua mente.
  2. Alterar o padrão dos pensamentos
    Se verificar que a negatividade se instalou, proceda de imediato a uma alteração no padrão dos seus pensamentos. Necessita somente de força de vontade e de concentração. Por exemplo, se sentir dúvidas quanto à sua capacidade de acabar um trabalho a tempo, poderá manter um diálogo interno mais ou menos como este: “Agora estou a sentir-me um pouco preocupado mas está tudo bem. Sou competente e dinâmico. Vou dar o meu melhor e tudo correrá bem, acabarei por cumprir os meus objectivos.” Mesmo que nenhuma circunstância externa se modifique, esta conversa interna irá fazer com que pense e actue de uma forma positiva.
  3. Desenvolver hábitos e expectativas positivas
    Ao mesmo tempo que vai alterando os seus pensamentos, focalize-se diariamente em desenvolver hábitos e expectativas positivos. Várias vezes ao dia, especialmente ao acordar, faça uso de afirmações positivas. Eis alguns exemplos que poderá seleccionar:

    - Hoje vai ser um excelente dia!
    - Hoje vou aproveitar em pleno todas as oportunidades de prosperidade e divertimento
    - Cada dia que passa me sinto mais optimista e confiante!
    - Hoje escolho ser feliz e ver o lado bom em tudo o que acontece à minha volta
    - Hoje escolho atrair experiências positivas para a minha vida
    - Cada dia que passa me aproximo mais e mais dos meus sonhos

    Quando se deparar com obstáculos ou problemas, encare-os como oportunidades de aprendizagem e crescimento. Ao esforçar-se por modificar o modo como percepciona as experiências da sua vida, poderá facilmente erradicar, se não todos, pelo menos a maior parte dos pensamentos negativos. E dessa forma estará a capacitar-se para atrair melhores circunstâncias para a sua vida. Antes que se aperceba, estará a desfrutar de melhores oportunidades, bem como da amizade e companhia de pessoas que se encontram nas mesmas vibrações de sucesso.