quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Fonte de sabedoria


Vivemos mergulhados num mundo materialista que nos levou a negligenciar o que de mais sagrado existe em nós – o nosso lado espiritual.

Embora não possa ser evidenciado através dos cinco sentidos, estamos todos conectados com uma fonte de sabedoria ilimitada. Entrar em contacto com essa fonte que transcende o entendimento das nossas mentes conscientes, significa abrir as portas às mudanças e aos milagres. Esse é o poder ao qual os grandes génios da história souberam aceder, esse é o poder ao qual todos nós podemos também aceder.

O primeiro passo é o de acreditar que existe em si essa fonte de sabedoria com a qual é possível estabelecer comunicação. Depois é necessário focalizar-se no seu próprio crescimento interior para que com o tempo essa comunicação se possa desenvolver. As respostas podem não surgir de imediato, é necessário ter paciência e esperar o tempo que for necessário. Por vezes essa espera é desanimadora, tanto mais que estamos habituados a obter tudo o que queremos no mesmo momento. Não perca a convicção. Concentre-se persistentemente no objectivo de entrar em contacto com a sua essência, reveja esse objectivo diariamente e determine-se a prosseguir esse propósito até o atingir.

Procure aprofundar os seus conhecimentos através de leituras e ensinamentos que ampliem a sua compreensão para além do mundo físico. Acredite que começará a sentir mudanças no seu interior que acabarão por se reflectir exteriormente.

Durante os próximos dias, disponha-se a manter contacto com o seu lado espiritual. Estabeleça um diálogo interior mais ou menos nestes moldes: «Sei que estás sempre presente na minha vida e quero conhecer-te e receber os teus conselhos. Por favor guia a minha vida, orienta os meus passos com a tua sabedoria».
Não se preocupe se no início se der conta que está simplesmente a manter um monólogo. Lembre-se que permaneceu desligado da sua essência durante décadas e que tudo demora o seu tempo. Persista com esse diálogo interior, como se falasse com um amigo. Converse, faça perguntas e partilhe as suas preocupações, aspirações e esperanças. As respostas acabarão por surgir um dia quando menos espera.

domingo, 27 de setembro de 2009

Dhyani Mantra




Convido-o a ouvir um tema de Anael, com imagens ilustrando a beleza do lótus.



http://www.youtube.com/watch?v=UBgvfmONRY8


Do Álbum de Anael, Buddha Spirit, a Faixa Dhyani Mantra

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O vaso defeituoso



Uma velha senhora chinesa tinha dois grandes vasos, cada um suspenso na extremidade de uma vara que ela carregava nas costas. Um dos vasos era rachado e o outro era perfeito. Este último estava sempre cheio de água ao fim da longa caminhada da torrente até a casa, enquanto aquele rachado chegava meio vazio.

Por longo tempo a coisa foi em frente assim, com a senhora que chegava em casa com somente um vaso e meio de água. Naturalmente o vaso perfeito era muito orgulhoso do próprio resultado e o pobre vaso rachado tinha vergonha do seu defeito, de conseguir fazer só a metade daquilo que deveria fazer.

Depois de dois anos, reflectindo sobre a própria amarga derrota de ser “rachado”, o vaso falou com a senhora durante o caminho:
- Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura que eu tenho me faz perder metade da água durante o caminho até a sua casa...'
A velhinha sorriu:
- Reparáste que lindas flores estão somente do teu lado do caminho? Eu sempre soube do teu defeito e portanto plantei sementes de flores na beira da estrada do teu lado. E todos os dias, enquanto a gente voltava, tu as regavas. Por dois anos pude recolher aquelas belíssimas flores para enfeitar a mesa. Se tu não fosses como és, eu não teria tido aquelas maravilhas na minha casa.


Cada um de nós tem o próprio defeito. Mas o defeito de cada um de nós é que faz com que nossa convivência seja interessante e gratificante. É preciso aceitar cada um pelo que é... E descobrir o que tem de bom nele. Portanto, meu “defeituoso” amigo, tenha um bom dia e lembre de regar as flores do seu lado do caminho.
(Autor desconhecido)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Amar-se a si próprio

Será difícil sentir amor por si próprio se no seu subconsciente estiverem gravadas mensagens limitadoras. A maioria destas mensagens são registadas durante a infância mas os seus efeitos nocivos podem perdurar até ao final dos seus dias. Na realidade, mesmo sem o saber, continua sob a influência de ditames proferidos pelos seus pais ou familiares há décadas atrás.

Quando alguém lhe disse um dia que não era suficientemente bom, com certeza acreditou. Quando alguém lhe disse que não conseguiria alcançar os seus sonhos, com certeza acreditou. Quando alguém lhe disse que era estúpido ou esquisito, com certeza acreditou. O pior é que muito provavelmente continua a acreditar nisso nos dias de hoje, mesmo que não esteja consciente desse facto.

Não desanime porque é possível ultrapassar essas velhas mensagens e substitui-las por outras que o capacitem a ser bem sucedido e a evoluir. Seguem-se três boas indicações para pôr mãos à obra:

  1. Mantenha um romance consigo próprio. Pense no último relacionamento amoroso que teve. Certamente que no início do relacionamento tanto você como o seu par dedicavam muito tempo, atenção e afecto um ao outro. Sentia-se apaixonado e arrebatado pela beleza ou qualidades da sua cara-metade e provavelmente era correspondido da mesma forma. Uma das melhores maneiras de aprender a amar-se é entrar num processo idêntico, mas desta vez consigo próprio. Trate-se como se fosse especial, um rei ou rainha. Realize tudo o que o faça feliz. Aceite-se e acarinhe-se. Fale docemente consigo próprio. Ofereça-se coisas bonitas. Passe bons momentos consigo, simplesmente porque o merece.
  2. Explore as suas crenças.Poderá suspeitar que tem mensagens limitadoras a povoar-lhe o pensamento mas certifique-se que toma contacto consciente com elas. Para que descubra quais as crenças que o estão a impedir de avançar, poderá necessitar de fazer uma exploração pelo seu próprio interior. Pegue num papel e numa caneta e escreva respostas para as seguintes perguntas:

    “A última vez que me senti estúpido foi……..”.
    “A minha mãe sempre me fez sentir……”.
    “O meu pai sempre me tratou como ……..”.

    A ideia é fazê-lo recordar-se dos tempos recuados da sua vida em que os pensamentos limitadores tiveram início.
    Quando lá chegar, faça por alterar essas crenças. Elas ainda são verdade? E será que alguma vez foram verdade? Decida o que é verdadeiro para si e comece a substituir as velhas crenças, focalizando-se em crenças assertivas.
  3. Dê ênfase às suas boas qualidades. Quando se tem uma baixa auto-estima, existe tendência à focalização em coisas que “estão erradas”, ao invés de tudo o que possa existir a nosso favor.
    Comece a inverter a situação, elogiando-se e encorajando-se na sua conversa interior. Congratule-se quando completa qualquer coisa importante para si. Diga coisas como:

    “Ena, sinto-me orgulhoso por ter conseguido fazer isto! Não foi fácil, mas consegui suplantar-me!”.
    “Sou uma pessoa valiosa. Tenho muito para oferecer ao mundo pois tenho talento e boas qualidades”.

    Quanto mais o repetir, mais acreditará nessas palavras.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

A PNL e as Submodalidades

Em primeiro lugar, convém esclarecer que submodalidades não são mais do que distinções dentro das modalidades (ou sistemas de representação) e servem para lhes dar um significado mais abrangente.

Pegando nos sistemas de representação mais importantes, podemos fazer uma descrição sumária de alguns tipos de submodalidades:

VISUAIS

  • Cor, variando de intensidade do colorido intenso até ao preto e branco
  • Distância, variando de bem perto a bem longe
  • Profundidade, variando a dimensão convencional até uma imagem em três dimensões
  • Duração, variando de uma imagem rápida e passageira para uma imagem persistente
  • Luminosidade, variando de uma claridade cristalina até uma imagem sombria e indistinta
  • Contraste, ajustando a diferença entre claro e escuro
  • Movimento, variando de lento ou parado até muito rápido (considere por exemplo uma fotografia e transforme-a num filme)
  • Proporção, variando de comprido e estreito a curto e largo


AUDITIVAS

  • Volume, variando de alto a baixo
  • Tom, variando de grave a agudo
  • Ritmo, variando de rápido a lento
  • Localização, tomando atenção à direcção e procedência

CINESTÉSICAS

  • Pressão, variando de forte a débil
  • Temperatura, variando de quente a frio
  • Peso, variando de pesado a leve
  • Textura, variando de grossa a fina


Segundo Richard Bandler e a programação neurolinguística, podemos utilizar as várias submodalidades para transformar uma experiência negativa em positiva (ou vice-versa, se bem que tal facto em princípio não tenha muito interesse). A questão está em descobrir como a nossa mente processa a informação, para seguidamente aprender a controlar as experiências.

Geralmente e a título de exemplo, a maior parte das pessoas consegue ter uma lembrança mais agradável se fechar os olhos e visualizar uma cena com imagens em movimento, como se fosse um filme, trazendo-as bem para perto e aumentando a sua luminosidade à medida que se aproximam, fortalecendo o seu colorido. Pelo contrário, a lembrança não será tão agradável ao visualizar-se as imagens paradas, como numa fotografia, em preto e branco, distantes e desfocadas.

Todos nós temos experiências boas e más. O que faz a diferença é a forma como nos lembramos delas e reagimos a essas lembranças. Aprendendo a controlar a mente, poderemos dar um novo colorido à nossa vida e modificar a percepção que fazemos da realidade.

Poderá dizer-me que então estaremos a manipular a nossa realidade. E eu pergunto-lhe se, de qualquer forma, não o estamos sempre a fazer, nem que seja de uma forma inconsciente? Visto desta forma, vale mais manipular conscientemente a nossa realidade para positivo do que inconscientemente para negativo. Não concorda?

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Mantenha um diálogo interno positivo!


Tem alturas em que sente como se estivesse a fazer boicote ao sucesso? Assim que começa a definir metas para si mesmo, surgem-lhe repentinamente pensamentos aflitivos de que não se encontra à altura da tarefa, ou que simplesmente não tem qualificações suficientes para a desenvolver?

Quando define metas para si próprio, sente-se entusiasmado mas esse entusiasmo inicial é depois substituído por pensamentos de dúvida e auto-derrota que refreiam de imediato o seu impulso de caminhar na direcção dessas metas?

Se se identifica com alguma das situações referidas, precisa de mudar a maneira de responder ao seu diálogo interno. Precisa contrariar a negatividade e superar os pensamentos que lhe provocam ansiedade. De facto, não é fácil alcançar objectivos na vida quando se está constantemente a auto-sabotar o sucesso com pensamentos de desânimo e frustração. Muitos de nós, na verdade, nem sequer percebemos que temos esses pensamentos. Tudo o que sabemos é que não temos a confiança necessária para manter os nossos planos e alcançar os nossos objectivos.

Manter um diálogo interno positivo é uma forma eficaz de definir metas e garantir o seu prosseguimento. A forma como isso funciona é a seguinte:
  1. Decida que objectivos são de facto importantes para si.
  2. Estabeleça o roteiro de como vai atingir esses objectivos.
  3. Quando as dúvidas se instalarem, responda com afirmações que provem o seu sucesso sem se entregar à pressão negativa. São requeridas afirmações do tipo:

    “Eu sou capaz de fazer aquilo a que me proponho”
    “Eu mereço o sucesso”
    “Cada dia que passa me sinto mais capaz”
    “Eu caminho na direcção das minhas metas”

Uma vez que está a ler este artigo, é claro que não é um desistente e muito menos um falhado, por isso comece desde já a acreditar em si próprio.


Artigo publicado em http://www.webartigos.com/ em 10/04/2010


sábado, 12 de setembro de 2009

Qual é o seu sonho?


E se eu não souber o que realmente desejo? E se eu não souber qual é o meu sonho, qual a minha missão?


Se já se colocou a dúvida acima indicada, saiba que uma abordagem que o poderá ajudar passa por elaborar uma lista com tudo aquilo que tem a certeza absoluta que não quer. Pegue num papel e numa caneta e anote tudo aquilo que gostaria de eliminar da sua vida, tudo o que sente que já deixou de servir os seus propósitos mais profundos.


Pode tratar-se de um mau hábito ou de um vício que gostaria de eliminar, bem assim como de objectos, situações, circunstâncias ou mesmo relacionamentos. Por mais que se tenha gostado de alguma coisa ou de alguém, poderá ter chegado o momento de abrir espaço para mudanças e novas oportunidades. Obviamente que no caso de um relacionamento, uma separação não se toma de ânimo leve, na medida em que as pessoas não são descartáveis. Contudo, há circunstâncias em que essa é a única medida honesta para com a outra pessoa e também para com o próprio. Não faz sentido manter um relacionamento em que as pessoas deixaram de caminhar na mesma direcção.


Elabore depois uma outra lista com todos os desejos que gostaria de manifestar na sua vida. Simplesmente escreva o que gostaria de ser ou de ter. Não escreva aquilo que pensa que as outras pessoas acham que deveria ser ou ter. O que as outras pessoas pensam é problema delas e não seu. Trata-se da sua vida e não da vida dos outros.


Não se preocupe em escrever coisas que parecem impossíveis de alcançar, simplesmente anote tudo o que lhe vier à cabeça.No final deste simples exercício de reflexão ficará com algo em concreto para se focalizar e trabalhar. Reveja as suas listas diariamente e vá acrescentando informação que entretanto lhe ocorra.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Como ser um Líder


Ninguém nasce líder. Um líder é criado e todo o processo inerente a essa criação tem início na mente.

Se gostaria de se tornar um líder forte, que inspira e impulsiona os outros para a excelência, transmitindo-lhes uma imagem de confiança, deve começar por aprender o que fazem os grandes líderes. Eis algumas pistas:


  1. Auto-discipline-se para atingir as suas metas
    Ao longo da história, todo o grande líder teve de adquirir mestria em auto-disciplina e força de vontade, a fim de se manter concentrado nos seus objectivos. Torna-se também fundamental que tenha uma meta pré-estabelecida, caso contrário não faz sentido a liderança.

  2. Seja determinado e saiba seguir sempre em frente
    É necessário que seja suficientemente determinado para que se encontre no sítio em que é necessário que esteja, mesmo que não o deseje. Ao resistir à tentação de desistir, está a dar um exemplo aos outros.

  3. Dê um feedback positivo
    Esforce-se por manter as suas emoções sob controlo e por não fazer transparecer sinais de hesitação ou incerteza. Às vezes é necessário praticar a arte de silenciar os pensamentos sempre que os sinta inadequados, a fim de transmitir um exemplo positivo.

  4. Projecte as suas metas
    Se as pessoas não compreenderem totalmente o significado mais profundo no trabalho do seu líder, não vão partilhar a sua visão ou ética. A cada passo do processo, comunique com a sua equipa para se certificar que estão todos no mesmo comprimento de onda e sabem o que se espera deles.

  5. Envolva toda a sua equipa nos seus planos
    Tenha todos os elementos da sua equipa envolvidos no processo de planeamento e implementação das suas ideias. Isto transmite a todos um maior sentimento de propriedade e pertença para o resultado final.

  6. Distribua elogios sem parcimónia
    Elogios e críticas construtivas são essenciais. O hábito de elogiar e criticar o trabalho dos outros pode fazer toda a diferença na capacidade de liderança. Certifique-se que elogia publicamente as pessoas que fazem um excelente trabalho para si pois dessa forma estará a transmitir-lhes um sentimento de realização e motivação para fazer ainda melhor.

  7. Tenha o cuidado de fazer crítica construtiva
    Quando alguém faz alguma coisa errado, ofereça crítica construtiva. Neste caso, ao contrário de quando elogia, faça-o em privado. Sugira soluções de melhoria e esteja sempre disponível para responder a todas as perguntas. As pessoas vão aceitar de bom grado o seu contributo pois saberão que a sua intenção é ajudar e não prejudicar.

  8. Conheça a sua equipa
    Não consegue conduzir eficazmente um grupo de pessoas se não conseguir perceber quais as suas esperanças, sonhos, luta, conflitos e objectivos. Todas as boas intenções do mundo não terão um significado por aí além se não tiver um verdadeiro conhecimento das pessoas com quem trabalha. Converse com todos os membros da sua equipa para ficar a conhecê-los. Ao estabelecer um vínculo pessoal irá obter o fortalecimento das relações profissionais. Todos vão querer dar o seu melhor porque você significará mais do que apenas um "patrão".

  9. Em primeiro lugar, seja o líder da sua equipa e só depois o amigo
    Você é o líder e isso significa que tem que tomar decisões difíceis ao longo do tempo. Estas decisões não podem ser afectadas por relacionamentos pessoais. Há momentos em que tem de tomar medidas desagradáveis. Despedir, despromover e responsabilizar as pessoas pelas suas acções pode ser uma tarefa difícil e desagradável. Como líder, é de sua responsabilidade lidar com estas questões.

Independentemente de até onde leva o seu papel, tenha sempre a convicção que pode ser um líder forte. Lembre-se sempre que, a fim de conduzir os outros, deverá saber qual o destino. E lembre-se também que as suas acções vão falar sempre mais alto do que qualquer coisa que possa dizer. Para ganhar o respeito dos outros, deve esforçar-se para dar o exemplo em todas as áreas da sua vida.

sábado, 5 de setembro de 2009

Preparar uma atmosfera tranquila


Retirar de casa ou do seu local de trabalho todos os vestígios de desordem, pode simbolizar um processo de limpeza e purificação. Se decidir ver-se livre de toda a tralha desnecessária que foi acumulando ao longo dos anos e de seguida organizar tudo o que fica, estará a criar uma sensação de liberdade e leveza que o poderão beneficiar tanto a nível mental como espiritual.

O resultado desta acção é a obtenção de mais paz, prosperidade e harmonia pois os efeitos da limpeza e da arrumação podem ainda ser mais profundos num nível energético. Todo esse processo liberta a atmosfera da estagnação e transmite um fluxo revigorante de renovação.

Seguem-se algumas sugestões para preparar uma atmosfera serena e tranquila.

1. Veja-se livre da confusão
A desordem drena a energia, dispersa a sua atenção e transmite-lhe uma sensação de sobrecarga e restrição. Leve o tempo que for necessário para se libertar de coisas que já deixaram de ser necessárias. Seleccione cuidadosamente o que de facto lhe faz falta mas não se limite a atirar para o fundo de gavetas ou armários aquilo que é de facto importante guardar. Garanta que organiza e coloca tudo no sítio apropriado. Desordem é desordem e não é por esconder as coisas que os efeitos negativos deixam de se fazer sentir.

2. Dedique-se a um profundo trabalho de limpeza
Muna-se do aspirador, balde, panos de pó, limpa-vidros e produtos afins. De seguida limpe, limpe com afinco. É importante proceder a um trabalho meticuloso porque não está simplesmente a retirar a sujidade mas também a remover resíduos energéticos negativos. Poderão não ser visíveis, mas esses resíduos continuarão a afectá-lo, caso não sejam completamente eliminados.

3. Invoque energias positivas para preencher o espaço que acabou de limpar
Há muitas maneiras de o fazer mas a forma mais usual é simplesmente acender incenso e velas em todas as dependências. Pode utilizar as fragrâncias que forem mais do seu agrado mas para este efeito é tradicionalmente utilizado lavanda, rosmaninho, salva, sândalo, mirra, olíbano ou rosa. Utilize a meditação e visualização para atrair energias positivas. Simplesmente sente-se confortavelmente e utilize exercícios de respiração para facilitar o estado meditativo. Então, imagine uma luz branca a penetrar beneficamente e a inundar todo o recinto de paz e harmonia.

No final, simplesmente olhe à sua volta. Repare como tudo parece então mais bem ajustado, mas repare também na forma como consegue sentir o espaço agora. Certamente lhe parecerá mais harmonioso e leve.

O facto de fazer este processo uma única vez por ano pode criar uma mudança significativa, mas se o fizer com regularidade obterá resultados ainda mais efectivos. Experimente trimestralmente ou assim que sentir que a atmosfera está a ficar pesada e sem energia.