sexta-feira, 12 de junho de 2009

Como um jogo de cartas


Consigo olhar para mim própria e admitir-me como uma criação divina. Consigo imaginar o Universo como o palco de um teatro no qual todos nós somos actores.

No princípio sente-se um arrepio ao pensar na existência de um guião previamente estabelecido e do qual não seja possível escapar. Depois sente-se paz. Uma infinita paz.

Na prática, dessa forma tudo fica mais simples. Basta deixar as coisas acontecerem. Aceitar que tudo acontece de determinada maneira para nosso próprio bem e para a nossa evolução. Vivenciar cada experiência com a determinação de obter o melhor desempenho possível. Jogar com todas as cartas que temos na mão. Às vezes fazem-se bons jogos sem trunfos.

E nem tudo pode estar determinado. É preciso lembrar que o livre arbítrio existe. Pode não ser possível alterar as cartas que a sorte nos ditou mas afinal de contas somos nós os jogadores e a nós compete fazer a jogada. Tanto se pode estimar a honra como insistir em fazer batota. No final estará sempre nas nossas mãos a escolha entre crescimento ou estagnação.

2 comentários:

  1. Oieee, vim aqui de novo hehehe
    Podemos ver a vida como um jogo de TRUCO, jogamos em duplas, temos sinais, estratégias, cartas boas e ruins, cabe a nós jogar.
    Porém, não podemos esquecer que temos um parceiro, ou seja, dependemos das suas cartas e da sua estratégia para no final, completar os 12 tentos.
    As vezes nos achamos super poderosos por ter uma mania nas mãos, porém, não podemos substimar o adversário, ele pode ter um zap e nós 'morrermos' com um copas na mão.
    Assim como o truco, a vida é feita de escolhas, parcerias, acertos e erros. Uma vez se ganha, outra se perde, mas o importante é não roubar e se divertir =)
    Bjones

    ResponderEliminar
  2. É isso mesmo, Nelisa. Obrigada pelo comentário.
    Um abraço

    ResponderEliminar